quinta-feira, 26 de maio de 2011

Humanizar e acreditar na capacidade humana, com carinho e afeto.

 

Diante de tanta tecnologia, alguns atuantes na área da saúde perderam a responsabilidade de cuidar daqueles que estão examinando, pois medicamentos e aparelhos são essenciais e indispensáveis para que a saúde dos que necessitam de cuidados especiais, seja adquirida novamente, independente dos danos posteriores.
Alguns não desejam envolver-se por completo, principalmente, quando não acreditam na possibilidade de que o tratamento possa curar, apenas facilitar no impedimento de uma morte rápida.
Será que podemos aceitar em nossa sociedade, pessoas que se dedicam tanto aos estudos, tornam-se profissionais ditos competentes, apenas pelo fato de conseguirem um diploma?
Poderíamos questioná-los se não fosse o fato disto. Anos e anos de especializações, para conseguir manter seus clientes saudáveis, sem se preocupar se os mesmos morrerão torturados pelo fato de saberem seus destinos, onde a única esperança que os mantêm vivos é nada mais, nada menos, que uma tecnologia criada em busca de conforto e facilidades.
Mas porque isso não consegue resolver exatamente tudo que um ser humano precisa?! Porque em alguns casos, o uso da ciência é totalmente inútil e para outros com os mesmos problemas é benéfico?
Crianças e adultos que sofrem com o câncer, vírus, paralisias, enfim, diversas doenças e patologias que os impedem de viver normalmente como qualquer outro ser humano “privilegiado” que não sofre e nem imagina o que é ser um doente, ou um dependente de ajuda constante para realizar tarefas diárias.
Apesar de muitas descobertas eficientes e completamente necessárias, a melhor de todas foi perceber que a saúde de um ser que se sente totalmente isolado de uma sociedade, esta dentro de sua Alma, daquilo que pode ser alimentado com esperança e crença de que não só um tratamento demorado e doloroso poderá trazer de volta o sopro da “vida”, mas sim o verdadeiro valor que passará a existir, a partir do momento que todos os atuantes na área da saúde, ensinar que a capacidade vai além da compreensão e explicação da ciência.
A Humanização Hospitalar é mais que um medicamento, é a solução para que todos acreditem que tudo é possível quando feito com felicidade e harmonia, quando a presença dos familiares para recuperação é indispensável e quando o mundo gira em uma só direção em busca de igualdade para todos, pois qualquer um de nós poderá vir a ter uma patologia onde muitos dirão não haver cura.
A importância de um bom resultado deve estar em todos os profissionais que estudam para o bem da humanidade, não pela fama ou dinheiro que isso possa trazer.
Aqueles que buscam em seus pacientes atenciosamente, o que o "mundo" os fez acreditar terem perdido:
"Os Milagres exercidos pelas vontades Divinas"

Lico Fernandes

Pessoas amigáveis vivem mais, revela estudo


Pesquisa realizada pela Universidade de Brigham Young, nos Estados Unidos, traz uma boa notícia para aqueles que não dispensam qualquer tipo de amizade: pessoas que vivem rodeadas de amigos e vizinhos podem viver até 50% mais do que quem vive isolado.

Uma das lideres do estudo – Julianne Holt-Lunstad – mencionou que foram verificados dados de cerca de 150 estudos que analisavam a influência dos círculos sociais sobre a saúde de alguém. Ela ressalta que ter poucos amigos pode ser tão prejudicial à sobrevivência de uma pessoa quanto fumar 15 cigarros por dia ou ser alcoólatra.

A pesquisadora ressalta que tomar conta de outras pessoas os leva a cuidar melhor de nós mesmos. “Isso acontece porque quando alguém está conectado a um grupo e se sente responsável por outras pessoas acaba fazendo com que ele tome cota de si mesmo e assuma menos riscos”, explicou Julianne Holt-Lustand.

Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais as chances de sobrevivência do que a obesidade ou sedentarismo. Através da análise de 300 mil pessoas nos quatro continentes em um período de sete anos, aqueles com redes sociais mais fortes se saíram melhor em resultados de saúde e expectativa de vida. A probabilidade de essas pessoas estarem vivas em qualquer idade era quase 50% maior do que daqueles considerados solitários.

O estudo incluiu pessoas de todas as idades, sem levar em conta o estado de saúde inicial dos pesquisados. Outro pesquisador do estudo, Timothy Smith, informou ainda que o bons relacionamentos fornecem um nível de proteção a todas as idades. Ele alerta, no entanto, que os aparatos modernos e a tecnologia podem levar algumas pessoas a pensar que redes sociais face a face ao são mais necessárias. Porém, a interação constante é sempre necessária e precisa ser feita de todas as formas, tanto por meio de redes sociais como por meio de conversas.

Smith acrescentou que a iteração constante não é apenas um benefício psicológico, mas influencia diretamente na saúde física e mental. Assim, para fortalecer a amizade, a convivência é fator-chave. Por isso, laços que se formam na adolescência tendem a ser mais duradouros. Esta fase, além de transformações profundas, os jovens experimentam situações inéditas, em que o apoio dos amigos é fundamental.

Como fazer mais amigos

Sabendo que o cérebro reconhece e aceita iguais como amigos, se você quer fazer novas amizades e se sente intimidado por não saber como, experimente utilizar as sugestões a seguir:

1 - Decida fazer novas amizades, depois observe discretamente a pessoa que você quer estabelecer uma relação;

2 - Observe como ela se movimenta. Seus gestos são mais contidos ou extrovertidos? Qual é o seu tom de voz, baixo ou alto? Para onde olha enquanto fala? Observe como essa pessoa respira. Qual é o assunto do seu interesse?

3 - Estabeleça uma relação utilizando uma linguagem corporal através do espelhamento. Exemplos: Se a pessoa estiver de braços cruzados respirando de uma determinada maneira, faça o mesmo. Ao iniciar um diálogo procure ouvir com atenção para responder e utilize a mesma linguagem e tom de voz. Siga a conversa respeitando o pensamento do outro, demonstrando interesse e, se possível, até respirando de forma semelhante.


Fonte: www.divirta-se.uai.com.br

CHAMADA DA 13 SEMANA DE GERONTOLOGIA :MORADIA E POLÍTICAS PÚBLICAS DO IDOSO
PUC/SP : 14, 15, 16 SETEMBRO 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

"O amor visto pelas crianças" - Este é o título de um email que recebi e gostaria de partilhá-lo :)))


O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri.

O objetivo era encontrar a criança mais cuidadosa.

O vencedor foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um senhor que perdera recentemente a sua esposa.

Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do mesmo, subiu para o seu colo e sentou-se.

Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse:


"Nada, só o ajudei a chorar".

Partilhar é amor!!!

Avanços sociais explicam aumento da expectativa de vida, diz IBGE

 O avanço da escolaridade, do sistema de saúde e das redes de saneamento básico foram fundamentais para elevar a esperança de vida do brasileiro, que passou de 62,57 anos em 1980 para 73,17 anos em 2009, o equivalente a 73 anos, dois meses e um dia.
Para o gerente de população e indicadores sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Juarez Oliveira, o aumento na esperança de vida é "algo esperado".
"O Brasil avançou. Não tanto quanto deveria, mas avançou em questões associadas ao saneamento básico, escolaridade e melhoria do sistema de saúde. Para determinadas enfermidades, que eram tratadas de forma caseira, a população já busca atendimento hospitalar", disse Oliveira.
"O que seria de se estranhar seria se mortalidade tivesse subido. A queda é natural, já que o país se desenvolveu, não só economicamente, mas também com ganhos sociais que se refletem nos indicadores sintéticos de saúde", acrescentou.
A expectativa de vida continua sendo mais alta entre as mulheres, que viram a esperança de vida ao nascer saltar de 65,75 anos em 1980 para 77,01 no ano passado. Já os homens viram sua expectativa de vida avançar de 59,66 anos para 69,42 anos no mesmo período. Segundo Oliveira, essa diferença causa atualmente um excedente de 4 milhões de mulheres no país e as projeções do instituto apontam para 14 milhões de mulheres a mais em 2050.
"Nascem mais homens que mulheres, mas, a partir do nascimento, os homens começam a morrer mais rapidamente", frisou Oliveira, lembrando que o sexo masculino tem maior fragilidade no sistema pulmonar ao nascer. "Pensa-se que a criança do sexo feminino é mais frágil, mas na verdade é o contrário", disse.
O técnico do IBGE lembrou que a queda da mortalidade infantil causa, naturalmente, a elevação da expectativa de vida dos brasileiros. Entre 1980 e 2009 a taxa de mortalidade infantil caiu de 69,12 por mil nascidos vivos para 22,47 por mil nascidos vivos. De acordo com as metas do milênio, essa taxa deveria recuar para 15 por mil nascidos vidos em 2015, mas Oliveira ressaltou que a projeção do IBGE indica que a mortalidade deverá atingir 18 por mil nascidos vivos na ocasião.
Oliveira explicou que avanços na vacinação, amamentação e acompanhamento dos recém nascidos contribuíram para a queda das mortes de bebês.
Ele destacou que diversos esforços são feitos para que se atinja, em 2015, a meta do milênio para a mortalidade infantil, como a universalização do acesso ao pré-natal, as campanhas de aleitamento materno e as constantes demandas para aceleração dos investimentos em saneamento básico e em educação.
"São esforços para atingir nível de países em que as mortes decorrem de doenças que não têm tratamento", ponderou Oliveira.
(Rafael Rosas | Valor)  

Através das relações intergeracionais e a reconstrução do Estado do Bem-Estar
Social no Brasil, nos parâmetros de uma sociedade contemporânea, ressaltando, não somente a QV (Qualidade de Vida), mas vínculos que devem serem formados, através de uma rede , que visa uma proposta nova para o empreendedor, família , sociedade levando-se em consideração o envelhecimento populacional através de uma visão holística.
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