terça-feira, 2 de agosto de 2011

Diminua os preconceitos sobre o ENVELHECIMENTO...



 Uma forma divertida de expressão, cantada por Arnaldo Antunes

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade.

domingo, 31 de julho de 2011

Saúde e baixa umidade relativa do Ar

O termo umidade relativa do ar significa a quantidade de água na forma de vapor que existe na atmosfera no momento da aferição, e em relação ao máximo que poderia existir, naquela exata temperatura.
A umidade relativa do ar é mais baixa principalmente no final do inverno e início de primavera, no horário compreendido entre 12 e 16 horas. Ao contrário, ela se torna mais alta após as chuvas (devido à evaporação), em locais próximos a florestas, rios e lagos.
Os seres humanos sofrem muito com esta variação do clima. Condições clínicas pré-existentes, como asma, bronquite e outras doenças respiratórias, tendem a se agravar com a diminuição da umidade do ar.
Quem sofre com isso são as mucosas do nosso corpo. Principalmente a conjuntiva do olho e a mucosa nasal. Por isso, é aconselhável a lavagem dessas mucosas com soro fisiológico. O sangramento no nariz (epistache) é agravado quando se machuca a mucosa com o uso de dedo para limpeza da cavidade nasal, o que não é aconselhável, somente a lavagem com soro fisiológico. Um outro dia, um paciente me perguntou se a baixa umidade do ar poderia desencadear problemas dentários. A minha resposta foi que ocorreria uma tendência à secura bucal (xerostomia), com possível desencadeamento de cáries e inflamações gengivais (a saliva é um protetor natural dos dentes e gengiva, contra cárie e doença periodontal). Além disso, se não hidratarmos bebendo muito água, com certeza ficaremos com a boca seca, principalmente se estivermos fazendo tratamento com remédios para pressão alta, diabetes, depressão e problemas de coração.
Um outro fator a ser considerado é o ressecamento da pelo do nosso corpo. Existe um lubrificante natural da nossa pele (formado por ácidos graxos e outras substâncias) que deverá ser mantido nesta situação de baixa umidade do ar. Por isso, é desaconselhável o banho por mais de 10 minutos, o que poderia contribuir para remoção total desse lubrificante da pele. Além do mais, isto acarreta em economia de água, o que é muito importante nos dias de hoje.
Quanto mais baixo o nível de umidade do ar, maiores são as conseqüências danosas para o organismo. Evite a permanência em locais fechados e com muitas pessoas. É aconselhável o uso doméstico de umidificadores, baldes com água no quarto e uso nas cabeceiras das camas de toalha úmida. Algumas pessoas jogam água no chão do quarto, o que não é indicado, podendo servir de reservatório para fungos e desenvolvimento de larvas de mosquitos. Além disso, beba muita água, coma muita fruta e evite o uso de álcool e tabaco.
LMdentistas.
Dr. Alessandro Quintão Loschi (Especialista em Endodontia)
Dra. Marisa de Castro Marques (Especialista em Implantodontia)

É BOM PRA VOCÊ

É BOM PRA VOCÊ 
Cochilo à tarde é santo remédio
Sabe a dormidinha gostosa depois do almoço? Não é coisa de gente preguiçosa não. Está comprovado que a chamada Siesta (prática que surgiu na Espanha) ajuda a aumentar o aprendizado, a memorização e a concentração.
Pesquisa feita pela Universidade de Harvard mostrou que sonecas diárias de até 45 minutos são suficientes para acordar renovado. O melhor horário é entre 12h e 14h, quando a temperatura do corpo tende a diminuir, estimulando o sono. Além disso, após o almoço o organismo está utilizando muito sangue e trabalhando em ritmo alucinante para fazer a digestão, o que nos deixa mais sonolentos.
(Lico Fernandes)

sábado, 30 de julho de 2011

O amor cura
Com uma lista de benefícios à mão, médicos pregam equilíbrio da vida afetiva e prescrevem o amor como forma de prevenir doenças
Por Maria da Luz Miranda


 
Se ainda não está no receituário, falta pouco. O afeto já entra na conversa entre médicos e pacientes com o forte apelo de que para manter a saúde, prevenir doenças e fortalecer o sistema imunológico, precisamos de amor. É hora de prestar mais atenção e esticar a conversa com o cardiologista.

Os especialistas já não têm dúvidas: o amor previne e cura, e o corpo agradece o cuidado. "Pessoas que estão de bem com a vida estão menos propensas a infecções, respondem melhor a tratamentos, têm melhor postura diante de problemas de saúde mesmo os corriqueiros , são mais otimistas", ressalta o clínico geral Gustavo Paiva.

Os benefícios do amor, inclusive para o coração, são comprovados cientificamente. "Pessoas com um bom relacionamento social, que tem um parceiro(a), não vivem sozinhas, tem menos chance de adoecer", reforça o cardiologista Daniel França Vasconcelos.

"É difícil amar alguém sem estar de bem consigo mesmo. E essa é uma prova de que o lado emocional está bem resolvido, o que já é um grande passo para o equilíbrio imunológico", diz Gustavo Paiva.

Assim como a presença do amor faz bem, a falta dele acarreta danos. "A depressão também é muito comum em pessoas que não trocam sentimentos positivos e vivem sozinhas. Já o amor não correspondido, por exemplo, pode trazer grandes tristezas, mágoas, rancores e prejudicar a saúde, causando, futuramente, um câncer ou problemas cardíacos", afirma o cardiologista.

Contra as dores do amor não há remédio, por isso, o ideal é aproveitar o lado positivo do sentimento. "O importante é ser feliz e saber usufruir o aspecto positivo do amor no sentido pleno da vida", diz Daniel França.

A receita de Gustavo Paiva prega o equlíbrio. "Cada um tem uma forma singular de lidar com sentimentos. Hoje, a correria é grande, as pessoas são levadas pela vida e isso é muito ruim. É preciso cuidar dos vários aspectos que nos tornam humanos: o espiritual, o físico, o intelectual, o afetivo. É preciso equilibrar todos eles para viver da melhor maneira". Conselho de médico.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine." (I Coríntios, 13.1)

terça-feira, 26 de julho de 2011

A importância da Inclusão Digital

O acesso da população idosa na era digital possibilita a manutenção de seus papéis sociais, do exercício de cidadania, a autonomia, o acesso a uma sociedade dinâmica e complexa, mantendo a mente ativa. Muitas pessoas idosas demonstram vitalidade para aproveitar o presente, para aprender coisas novas, projetar metas futuras, buscando boa qualidade de vida, mantendo uma vida produtiva e efetiva. No entanto, a inclusão digital é um problema de toda a vida, requer políticas educacionais que permitam a alfabetização digital, pois as inovações tecnológicas avançam de uma forma acelerada.
A longo prazo, o processo de atualização cada vez mais rápido da sociedade como um todo, para acompanhar as mudanças que irão influenciar no nosso cotidiano, como serviços e equipamentos cada vez mais sofisticados que irão exigir conhecimento e agilidade. 
É muito importante a implantação de uma educação gerontológica com metodologias de ensino que viabilizem estratégias para a inserção do idoso na contemporaneidade, em especial a inclusão digital, sem deixar de lado o espírito ético do desenvolvimento do ser humano, sem perder de vista a riqueza das relações sociais “ao vivo e a cores”, pois uma máquina por mais “inteligente” que seja, nunca substituirá eficazmente a atividade mental e criativa do homem.
Através das relações intergeracionais e a reconstrução do Estado do Bem-Estar
Social no Brasil, nos parâmetros de uma sociedade contemporânea, ressaltando, não somente a QV (Qualidade de Vida), mas vínculos que devem serem formados, através de uma rede , que visa uma proposta nova para o empreendedor, família , sociedade levando-se em consideração o envelhecimento populacional através de uma visão holística.
A CUIDARE ofereçe, portanto, os Seminários, Fóruns, Palestras , Cursos , enfim ; que estão ligados às demandas da nossa população brasileira, levando-se em consideração esse foco, numa visão mundial .

CONFIRA , PARTICIPE E DÊ SUGESTÕES.


A CUIDARE OFEREÇE SEUS TRABALHOS EM TODO TERRITÓRIO NACIONAL

ENTRE EM CONTATO!

OBRIGADA,

Cláudia Simão